Lidando com as Ofertas deste Tempo

Ao chegar em Babilônia, Daniel foi um dos escolhidos pelo rei para o assistir no palácio, recebendo em seguida o convite a participar da refeição do rei, tendo, inclusive, seu nome mudado. Contudo, as Escrituras nos mostram que o jovem
estava resoluto em não participar das iguarias do rei.

A proposta do rei Bastava um sim, e Daniel desfrutaria por três anos do que o rei comia e bebia. Rejeitar isso seria abrir mão de experimentar o que aquela terra tinha de melhor e o que a grande maioria desejava. Portanto, aceitar seria o mesmo que agradá-lo e colocar-se em posição de destaque em relação aos demais.

Afinal de contas, qual o problema de comer e beber bem? Em que sentido Daniel estaria desagradando a Deus se comesse e bebesse do que o rei lhe oferecera? O que teria levado esse jovem a rejeitar a oferta do rei? Esta decisão de Daniel demonstra no mínimo duas verdades: a intenção do rei ia além do oferecer comida e bebida; o jovem Daniel percebeu as intenções e por isso rejeitou a oferta do rei.

A oferta do rei visava:
• Fazer aliança com os nobres de Judá
• Fazer com que os jovens judeus se esquecessem de suas origens
• Tornar a vida atraente em Babilônia
• Fortalecer sua influência sobre os judeus por meio de seus nobres
• Levar os jovens judeus a se esquecerem do Deus de Israel

Alerta: Toda proposta deste mundo possui intenções ocultas que vão além do que se percebe por vias naturais. A troca de nomes A Bíblia nos informa que Daniel e seus amigos tiveram seus nomes mudados pelo chefe dos eunucos da Babilônia (Dn 1.7). Assim como o rei, o chefe dos eunucos tinha intenções mais profundas quando mudou o nome daqueles jovens. O nome remete-se a importantes verdades, inclusive à origem da pessoa, pois, geralmente são os pais quem escolhem o nome do filho. Portanto, ao mudar o nome de Daniel e seus amigos, o chefe dos eunucos tinha pelo menos duas intenções: levá-los a se esquecerem de suas origens e princípios; influenciar na mudança do comportamento de cada um deles.

Alerta: O sistema mundano sempre investirá “pesado” contra os princípios daqueles que decidiram viver para honrar a Deus. Daniel tinha visto o rei de Judá e sua família serem levados cativos, mas mesmo sem estas referências, sua decisão foi não se contaminar, mantendo-se firme em seus princípios. Portanto, independente de circunstâncias calamitosas e oportunidades aparentemente prazerosas, honremos a Deus com nossos princípios, e assim como Deus prosperou os caminhos de Daniel fazendo dele um grande profeta, também nos abençoará.

Fonte: Revista Geração JC

Modificado em 25/04/2017

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